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    Nossa Opinião sobre Street Fighter 2 Champion Edition


    Ser millennial não isenta você de conhecer uma das maiores obras-primas da história do videogame de ação. Street Fighter 2 apareceu em 1991 como uma sequência da primeira saga de 1987 e é junto com Mortal kombar e Fatal Fury, mas encima deles, uma das pedras angulares dos jogos de brigas (antes já teve outros, claro, mas nem de tanto sucesso). Este era em 2D, e não precisávamos mais... logo chegaram os 3D, os polígonos e todas essas coisas que na realidade não faziam falta alguma. Éramos felizes com o 2D... mas tudo bem, vamos no assunto.

    Aqui temos Champion Edition II, de 1992, que incluia alguma que outra melhoria e mudança ao game anterior (Também apareceram Turbo, New Challengers e outros), assim como a possibilidade de jogar com os 4 chefões sem a necessidade de fazer truques nem nada por estilo.

    Se você não jogou quando era jovem então não teve infância.
    A seguir, os personagens que podemos jogar:
    • Ryu do Japão.
    • Ken do EUA.
    • Chun-Li da China,
    • Blanka do Brasil.
    • Honda do Japão.
    • Zangief da Rússia.
    • Dhalsim da Índia.
    • Balrod do EUA.
    • Vega da Espanha.
    • M. Bison de nacionalidade desconhecida.
    Não vamos contar para você em que consiste o jogo, porque seria insultar sua inteligência. Só dizer que você verá na tela do smartphone os controles sobrepostos... e já sabe, não deixe sua barra de energia esgotar.
    Um game derivado até de um filme de uma não tem boa lembrança protagonizado por Raul Julià e Van Damme e uma série de animê.
    Este game arrasou nos jogos de salão, com a Mega Drive de SEGA, na SNES da Nintendo, no PC porque era porrada para todo canto, golpes, chutes, socos, chaves, tapas na cara, num filme de Bud Spencer e Terence Hill, tornando-se como falamos num fenônemo dos videogames de ação. Realmente esses jogos eram videogames não como os de agora.

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